
Tenho saudades tuas mesmo antes de teres partido. É como se um buraco se tivesse aberto no meu peito, no meu coração, a minha pele rasgada e eu já sem lágrimas para te chorar.
Quando não te souber do outro lado do telefone, quando não souber onde dormes, o que vêem os teus olhos, vou perder-me nas nossas memórias, ou melhor vou perder-me dentro de mim.
Tu és a presença mais constante da minha vida.
Tu és o meu Norte. O meu Sul.
Os meus dias de Verão e as noites de Inverno, e sem ti sou apenas uma vaga imagem de quem fui.
Quando não te souber do outro lado do telefone, quando não souber onde dormes, o que vêem os teus olhos, vou perder-me nas nossas memórias, ou melhor vou perder-me dentro de mim.
Tu és a presença mais constante da minha vida.
Tu és o meu Norte. O meu Sul.
Os meus dias de Verão e as noites de Inverno, e sem ti sou apenas uma vaga imagem de quem fui.
O amor tem tantas formas! Mas a dor da ausência tem sempre o mesmo sabor e não é passível de ser descrita.
Não existem palavras para dizer como te amo, porque não consigo recordar um simples momento da vida que não tenha o teu rosto, o teu cheiro.
Os teus olhos estão cheios duma tristeza escondida, por sorrisos mordazes.
Não existem palavras para dizer como te amo, porque não consigo recordar um simples momento da vida que não tenha o teu rosto, o teu cheiro.
Os teus olhos estão cheios duma tristeza escondida, por sorrisos mordazes.
Quem vai cuidar de ti? Com quem vais conversar sobre música, política, disto e daquilo e de nada?
Quem vai tomar conta de ti? Quem te beijará e quem se aninhará no teu leito, nem que seja através dum simples telefonema?
Ah! Todas as coisas que não fiz, todas as palavras que não te disse.
E agora?... e agora?
Apenas sei que sempre que fechar os olhos te verei, e todas as noites quando me deitar te sonharei em qualquer sítio, embalada pela mesma lua, pelas mesmas estrelas.
O amor requer sempre a dor, ou é sina minha?
Quem vai tomar conta de ti? Quem te beijará e quem se aninhará no teu leito, nem que seja através dum simples telefonema?
Ah! Todas as coisas que não fiz, todas as palavras que não te disse.
E agora?... e agora?
Apenas sei que sempre que fechar os olhos te verei, e todas as noites quando me deitar te sonharei em qualquer sítio, embalada pela mesma lua, pelas mesmas estrelas.
O amor requer sempre a dor, ou é sina minha?